atualidades marketing publicidade abril 2026

Radar UPLevel #1: Curadoria ativa e leitura de mercado em tempo real

Todo mês, o mercado dá sinais,  mas nem todos são óbvios.

Entre movimentos de grandes marcas, mudanças de comportamento e avanços tecnológicos, o que realmente importa é a capacidade de interpretar o que está por trás da informação.

O Radar UPLevel nasce com esse papel: filtrar, conectar e traduzir os principais acontecimentos do mês em leitura estratégica.

Vamos para nossa primeira edição?
Ah, e não se esqueça de compartilhar depois!

Boa leitura!

 

football background grass with ball trophy

A Copa perdeu força? Pesquisa do Instituto Datafolha mostra que 54% não demonstra interesse em acompanhar os jogos 

Durante anos, a Copa do Mundo funcionou como um dos maiores atalhos de atenção disponíveis para as marcas. Um evento capaz de concentrar audiência, engajamento e consumo em escala quase automática. Mas esse cenário começa a mudar.

Dados recentes da Instituto Datafolha mostram uma queda consistente no interesse dos brasileiros pelo torneio. Menos engajamento, menor expectativa e uma redução clara na disposição de acompanhar o evento como antes.

E isso não é apenas um problema para o futebol. É também um sinal direto para o mercado.

Quando até um ativo desse porte perde força, fica evidente que nenhum contexto, por si só, garante mais relevância. A lógica de aproveitar grandes momentos na publicidade perde potência quando o público já não está tão disposto a embarcar.

Para as marcas, isso exige uma mudança prática. Menos dependência de datas e eventos como pilares centrais de estratégia e mais construção de narrativa própria ao longo do tempo. Assim, o foco deixa de ser o pico e passa a ser a constância.

Você faz parte do time dos desanimados com a Copa também?

 

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Os principais insights do VTEXDay 2026 (caso você tenha perdido)As campanhas mais eficazes de 2025 segundo a Kantar

Quando olhamos para as campanhas mais eficazes do ano, segundo a Kantar, um padrão interessante emerge. 

Não se trata necessariamente das marcas que mais investiram ou das ações mais espalhadas, mas daquelas que conseguiram criar conexão real e sustentada com o público.

CeraVe, Heinz, EA e Coca-Cola aparecem nesse ranking não apenas pela criatividade pontual, mas pela capacidade de manter uma ideia viva ao longo do tempo, atravessando canais, formatos e contextos.

Isso muda a lógica clássica da campanha como um grande momento isolado. O que performa hoje é a consistência e a repetição inteligente de uma narrativa que vai ganhando força a cada nova exposição.

A leitura estratégica aqui desloca o foco da big idea para a capacidade de sustentar essa mesma ideia

Na prática, isso exige uma integração mais profunda entre branding e performance. Assim, fica evidente que não são mais disciplinas separadas: a marca precisa gerar resultado, e o resultado precisa construir marca continuamente.

 

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white blurred business city background

Os principais insights do VTEXDay 2026 (caso você tenha perdido)

Os debates recentes do VTEX Day reforçam uma transformação que já vinha acontecendo, mas agora se torna impossível de ignorar: o marketing não opera mais isolado.

Tecnologia, dados e operação deixaram de ser suporte e passaram a ser parte central da estratégia. O marketing, nesse contexto, assume um papel mais estrutural, quase como uma camada que conecta todas as áreas responsáveis por crescimento.

Essa mudança redefine o que significa fazer marketing bem feito. Não se trata apenas de comunicação eficiente, mas de orquestrar jornadas, integrar canais e eliminar fricções entre intenção e conversão.

Os tópicos que ficam são:

  1. Transformação da IA Generativa para a IA Operacional
  2. Avanço do Retail Media em novos segmentos
  3. Conteúdo é conversão
  4. A experiência pós-clique atuando como branding
  5. E-commerce visto cada vez mais como território de marca e desejo e não só transações

A leitura estratégica aqui é clara: empresas que ainda tratam marketing, vendas e tecnologia como áreas separadas estão operando com desvantagem competitiva.

Na prática, isso se traduz em uma necessidade urgente de integração. Dados precisam circular, times precisam colaborar e a visão precisa ser de funil completo: do primeiro contato à retenção.

 

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o diabo veste prada e o que as marcas estão fazendo publicidade

A nostalgia voltou, mas agora com meta de performance

O retorno de “O Diabo Veste Prada” ao centro das conversas digitais é mais do que um fenômeno cultural. É um indicativo de como a memória afetiva vem sendo reconfigurada como ferramenta estratégica.

O aumento expressivo no interesse pelo filme cresceu (mais de 5.000%), acompanhado por ativações de marcas e crescimento orgânico nas redes, mostra que a nostalgia deixou de ser apenas estética e se tornou um atalho de conexão. Entre as marcas que já garantiram sua fatia de collab estão: Coca-Cola, Havaianas, Colorama, Starbucks, Cinemark, Eudora e mais.

Mas o ponto não está em simplesmente revisitar o passado. O que funciona é a capacidade de reinterpretar referências conhecidas dentro de um novo contexto, tornando-as relevantes novamente.

A leitura estratégica aqui revela uma vantagem importante: quando o público já reconhece o código, o esforço de comunicação diminui. A marca não precisa explicar ela ativa algo que já está construído.

Isso, no entanto, exige critério.
Nostalgia genérica não conecta com o público. É preciso conexão real com o repertório e uma execução que vá além da referência superficial.
Sua empresa vai surfar (com responsabilidade) nessa onda?

 

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Se tem uma leitura que amarra tudo isso, é: o marketing continua mais exigente.

Não dá mais para depender só de contexto, nem de uma boa ideia isolada, e também não adianta ter tecnologia sem direção.

Agora deixamos a provocação: qual dos movimentos abordados aqui mais te ajuda a pensar o seu negócio hoje? 

Deixe aí nos comentários!

 

Ufa, chegamos ao fim da primeira edição do Radar UPLevel!
Nos vemos no próximo.

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